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3. As respostas para as perguntas devem ser curtas, 1 minuto no máximo. Não fale demais, muita gente se perde logo no começo da entrevista quando o candidato se põe a contar a história da sua vida, desde quando ainda era criança.

4. Ser Direto e honesto é essencial. Não enrole nem tente demonstrar ser mais do que você é, em algum momento se você for contratado, aquela habilidade dita pode ser cobrada.

5. Não fale mal de ninguém, nem da empresa onde trabalhou, nem dos antigos Chefes. Procure nunca mencionar coisas negativas sobre lugares por onde já passou. A impressão para o entrevistador é de que se ele já reclamou dos outros, ele vai reclamar de nós. Procure sempre falar bem, ou então não fale.

6. Levante sobre a empresa todas as informações que puder. O candidato deve conhecer a história e os dados da empresa para quando aparecer àquela famosa pergunta: Porque você trabalharia nesta empresa e em nenhuma outra empresa do mundo? Se o candidato souber da empresa, ele poderá responder: Por que eu quero fazer parte de uma organização que vem crescendo 12% ao ano nos últimos 5 Anos. São respostas assim que fazem os olhos do entrevistador brilhar.

7. Sempre desligue o celular. Quando você esquecer o celular ligado, e por um acaso ele tocar nunca atenda, nem ao menos olhe para ver quem é. Muitos candidatos se perdem na hora da entrevista por causa disto.

10. Se não pode mudar sua natureza, mude sua estratégia.

11. Como se defender da r?dio pe?o? 

A rádio peão já fez muitos dirigentes organizacionais perderem noites de sono, bem como talentos e até mesmo bons negócios. Isso porque essa "modalidade informal de comunicação" possui uma velocidade muito grande de disseminação entre os colaboradores e, geralmente, quando ganha força prejudica o clima organizacional e, consequentemente, os talentos que precisam estar centrados em suas atividades. Mas, o que fazer para se defender ou fragilizar a rádio peão? Abaixo, listo algumas sugestões para serem aplicadas por qualquer empresa, independente do porte e do segmento de atuação.


1 - A Era da Informação trouxe benefícios significativos à humanidade, inclusive no tocante aos novos canais de comunicação. Contudo, a empresa que deseja estabelecer um canal de confiança com os seus talentos internos, não pode deixar de lado o valor da comunicação face a face. É fundamental lembrar que ao estabelecermos um diálogo direto com alguém, somos capazes de perceber emoções que estabelecem ou comprometem a relação empresa-funcionário como, por exemplo, alegria, tristeza, insatisfação, entre outros. Aquele "olho no olho" nunca perderá seu valor nas relações humanas.


2 -
 O estímulo à ética entre os colaboradores é um fator que fragiliza a rádio peão. Por quê? Suponhamos que a organização trabalhe constantemente junto aos colaboradores, o quanto uma "fofoca" pode ser considerada um ato antiético. Afinal, um infundado "zunzunzum" inicialmente pode parecer um comentário "engraçado", mas ao alcançar os ouvidos de várias pessoas, quem sabe, torne-se um motivo de demissão de um colega ou até mesmo em determinados casos, ser considerado assédio moral.


3 - Adequação dos canais de comunicação ao público. É de grande relevância que as empresas invistam nos canais internos, mas é preciso saber se os recursos adotados são, de fato, utilizados e compreendidos pelo público-alvo. Antes de se estabelecer qualquer comunicação é preciso fazer-se ser compreendido, porque não adiante divulgar informações se essas não serão úteis ou tampouco entendidas pelos receptores.


4 - A prática do feedback mais uma vez presente no âmbito organizacional. Como em qualquer processo de gestão, se a política de comunicação interna deseja ser eficaz, precisa oferecer feedbacks constantes aos colaboradores. Isso diminuirá os ruídos da radio peão, uma vez que os profissionais sempre sabem o que a empresa espera deles e as novidades relativas aos fatos que envolvem diretamente a companhia. Lembremos que o feedback, normalmente, é dado pela liderança. Por esse motivo, é fundamental preparar os líderes para que eles compreendam que são representantes diretos da empresa e como tal, precisam ter feeling para identificar quando sua equipe está sendo atingida por "rumores" disseminados pela rádio peão. Uma vez que isso é percebido pela liderança, é o momento de conversar com os liderados.


5 - Certa vez, um líder alemão comentou que "Uma mentira dita cem vezes, torna-se verdade um dia". Por isso, quando os boatos surgirem no campo corporativo, a rapidez em desfazê-los é crucial para neutralizá-los junto aos talentos humanos e com isso evitar que problemas indesejáveis surjam.


6 - Boatos são boatos e cada vez que passam de um "ouvido para outro", geralmente, ganham um "aumentativo". Quem já teve a oportunidade de brincar de "telefone sem fio" entende o que digo. Quando uma fofoca começa a ser disseminada nos corredores de uma empresa, ela se inicia do tamanho de um peixinho e em pouco tempo pode ganhar a formatação de um polvo gigante, cheio de tentáculos e pronto para agarrar o próximo "ouvinte". Por isso, não desmereça a "importância" de um boato, acreditando que logo ele perderá a força e será esquecido.


7 - Há situações em que a alta direção precisa manifestar-se. São aqueles momentos que envolvem boatos mais complicados como, por exemplo, desligamento em massa ou processos de mudança. Dizem que "cada cabeça é um mundo", imagine a interpretação que os colaboradores podem dar a uma informação de que as ações da empresa, em que ele atua, foram compradas pela concorrência. Há situações em que a dirigentes precisam posicionar-se rapidamente, antes que se ocorra uma instabilidade do clima organizacional.


8 - Abertura de canais diretos com o colaborador, para que esses possam apresentar suas opiniões diante dos processos de gestão. Sabemos que a comunicação caracteriza-se por ser um processo de "mão dupla", ou seja, a empresa precisa falar e ouvir os seus talentos. Diante disso, criar canais em que os funcionários possam tirar dúvidas, apresentar questionamentos que estão preocupando as equipes ou mesmo oferecer sugestões para a organização cria um estabelece um relacionamento de confiança, que dificilmente será abalado por algum boato divulgado pela rádio peão ou rádio corredores.


9 - Identificar de onde os boatos partem é uma força de fragilizar a rádio peão. Não falo aqui em encontrar culpados e começar uma caça às bruxas, pelo contrário. Encontrar como os boatos ou os ruídos surgiram permitirá que a organização reavalie seu sistema de comunicação interna e trabalhe os pontos considerados fracos.


10 - Informar sempre. Não se deve esperar que as especulações se formem, mas sim antecipar as informações que os colaboradores precisam receber para terem segurança de que atuam em um ambiente organizacional sério e que atenda às suas expectativas. Comunicação não deve ser lembrada apenas quanto a "panela esquenta", mas ser um processo contínuo.

12. Transforme o desafio em aprendizagem 

Por Patrícia Bispo para o RH.com.br
Quando menos esperamos as situações adversas estão à nossa frente e, muitas vezes, precisamos lidar com elas no ambiente de trabalho. Quando os desafios nos são apresentados, não adiante tentar disfarçar e tampouco olhar para os lados na esperança de que esses sejam repassados para os colegas de trabalho. Se por um lado esses momentos são indesejados, devemos considerar os desafios que nos são apresentados como oportunidades de aprendizado. Confira abaixo algumas sugestões de como administrar situações que, num primeiro momento, podem parecer sem solução.
1 - Primeiro: nunca se considere incapaz de resolver um problema, pois se um desafio foi confiado a você, no mínimo, o seu líder acredita em suas competências e na sua experiência profissional para solucionar a questão. Se você não acreditar em si, dificilmente outra pessoa irá valorizá-lo.
2 - As mudanças surgem e precisam ser vistas com naturalidade, pois o mundo vivencia transformações constantes e você não está a salvo do inovador. Por isso, fique sempre atento aos desafios, considerando-os como oportunidades de aprendizado.
3 - Gerir o tempo para realizar é fundamental para realizar um bom trabalho. Por esse motivo, faça um cronograma das suas atividades para que consiga cumprir suas metas em tempo hábil. Dessa forma, ao término das suas atividades, é muito provável que você tenha tempo para revisar o que foi feito e fazer os ajustes necessários.

4 - Quando receber um desafio avalie a situação com calma. Observe quais são as ferramentas que estão à sua disposição para concretizar suas atividades e caso necessite de algum material de apoio, providencie o mais breve possível.
5 - Se o desafio profissional que está sob sua responsabilidade é algo completamente novo para você, pesquise sobre o assunto. Consulte trabalhos similares ao seu e que já foram concretizados com sucesso. Para isso, recorra a fontes seguras como sua rede de relacionamentos.
6 - Consulte profissionais que confie e escute a opinião deles sobre o assunto central do seu desafio. Ouvir a opinião de outras pessoas, em alguns casos, nos faz refletir sobre o andamento que estamos dando às nossas atividades e quando isso acontece, novas ideias podem surgir para aprimorar o trabalho que estamos desenvolvendo.
7 - Muitos profissionais deixam de realizar bons trabalhos, simplesmente porque se fecham diante da opinião dos outros e não admitem receber feedback. Não se considere o dono da verdade e quando surgirem dúvidas, converse com seu gestor para ouvir a opinião de em relação às propostas que você está elaborando.
8 - Ao receber sugestões de profissionais que você considera verdadeiros mentores, pondere com serenidade as observações apresentadas e não "delete" todo o seu trabalho. Faça os ajustes necessários, porque talvez você já não tenha tempo suficiente para recomeçar do zero.
9 - Lembre-se de que um bom profissional deve ser comprometido com suas responsabilidades, mas também precisa cuidar da saúde. Por essa razão, mesmo que as atividades exijam muito de você, não pule suas refeições e estabeleça um limite para que suas horas de sono sejam respeitadas. Para se alcançar bons resultados no trabalho é fundamental cuidar da mente e do corpo.
10 - Ao término do trabalho, chegou o momento de apresentar a solução para o desafio que lhe foi confiado. Se sua proposta for 100% aprovada, parabéns. Caso seja necessário refazer alguns pontos, faça uma autoanálise e procure identificar as competências que você precisa trabalhar ou desenvolver. Quando tudo for concluído, você verá que houve uma evolução na sua maturidade profissional e pessoal, e tudo graças ao desafio que lhe foi confiado.

13. 10 maneiras do profissional mostrar seu valor ? empresa 

Por Patrícia Bispo para o RH.com.br 

A competitividade tornou-se uma das palavras mais fortes do meio organizacional e não é para menos. Afinal, diante de tantos processos inovadores, os profissionais precisam estar atualizados para garantir a empregabilidade. Por isso, no dia a dia, cada colaborador procura o seu espaço na empresa em que atua e isso, por sua vez, significa mostrar o talento que possui e a contribuição que é possível dar ao negócio. Confira abaixo algumas maneiras que o funcionário pode revelar seu valor para a organização, respeitando logicamente ética diante dos seus pares.

1 - Pró-atividade - Antecipar-se ao problema e chegar ao gestor com a solução. Hoje, as empresas desejam que os profissionais não só atuem quando a dificuldade chega, mas sim tenham visão do futuro. É muito mais positivo para o profissional apresentar para a liderança uma proposta do que apenas uma situação problemática que já se instituiu na empresa.

2 - Espírito de equipe - É indispensável ter a consciência de que não se vai a lugar algum sozinho. O profissional que quer mostrar seu valor para a empresa também precisa saber trabalhar em equipe ou ele acabará isolado e, consequentemente, perderá espaço ao invés de ganhar.

3 - Aprendizado contínuo - Estar disposto a sempre aprender, todos os dias, com todos que o cercam e ir à busca de novas fontes de conhecimento. Acreditar que é o "dono da verdade" ou se recusar a compartilhar experiências com seus pares é um retrocesso na carreira de qualquer profissional. Aprender, aprender e aprender é uma ação contínua em um mercado globalizado.

4 - Negócio da empresa e a concorrência - Ter visão do negócio não é mais privilégio dos profissionais A ou B, mas sim de todo colaborador que deseja ter uma boa projeção no futuro. Conhecer o negócio e ter conhecimento sobre o mercado em que a empresa atua, bem como em relação à concorrência, permite que o funcionário tenha uma ação estratégica em suas atividades e se destaque daqueles que apenas cumprem as atividades que chegam às suas mesas.

5 - Superação de limites como meta pessoal - Se o profissional atingiu uma meta determinada, ótimo! O dever foi cumprido, mas não significa que ele deva cair na zona de conforto. Pelo contrário, pois cada desafio apresentado deve ser visto como um estímulo para sua constante melhoria. Superar limites faz parte da realidade corporativa, então arregaçar as mangas deve ser um hábito diário.

6 - Satisfação dos clientes internos e externos - Todo profissional deve atuar com foco no negócio da empresa e ter consciência de que sua contribuição faz o diferencial para a organização. Quando se tem essa visão, contribui-se tanto com a satisfação do cliente interno (os colegas de trabalho) quanto o cliente externo - que compra os serviços da empresa e traz capital de giro. Trabalhar bem também significa atender bem, superar as expectativas de quem está ao seu lado todos os dias, como daquele que irá chegar consumir o produto final da companhia.

7 - Comunicação - Quem não se comunica, prende-se em uma ostra e se isola do mundo. Não se concebe mais a imagem de um profissional que pense que a comunicação interpessoal seja um supérfluo para a vida da empresa. No processo de comunicação torna-se fundamental saber expressar suas ideias, bem como ouvir o que demais têm a dizer.

8 - Abertura à inovação - As inovações chegam às empresas numa velocidade cada vez maior e por esse motivo dizer "não" ao novo negar-se ao próprio desenvolvimento. Só conhecendo um novo ponto de vista, por exemplo, é possível abrir a mente para avaliar se sua atuação na empresa pode ser melhorada.

9 - Criatividade - Ao contratar um profissional, a empresa espera que ele demonstre seu talento no dia a dia e isso pode ocorrer através do potencial criativo que cada indivíduo possui. Registre-se aqui que ser criativo não significa ter ideias mirabolantes, mas ter a capacidade de pegar o que já existe na empresa, utilizá-la de forma inovadora e mais rentável. Pequenas ideias já renderam grandes resultados.

10 - Sem medo de errar - Quem tem êxito na vida já arriscou e é quase certo de que cometeu erros na sua trajetória. Pensar que é infalível é outro "pecado" grave que o profissional comete contra si, pois todo ser humano é passível de erros. E só erra quem tenta fazer algo. Lembre-se que no processo de aprendizagem, o erro sempre estará presente. 

 

14. Dicas para fazer sua autoavalia??o profissional 

Por José Roberto Marques para o RH.com.br 

Final de ano se aproxima. É chegado o momento de se avaliar profissional e pessoalmente. Com certeza 2012 foi marcado por muitas evoluções, aprendizados e conquistas. Mas para que o ano de 2013 seja ainda mais produtivo. Que tal começar a pensar agora em seus objetivos e a planejar, desde já, como será este novo ciclo?

Essa dinâmica da motivação é essencial para que você alcance o autoconhecimento, consiga visualizar e alcançar, com êxito, seu estado desejado. Para sair do campo das "promessas" e obter os resultados esperados é preciso ter foco e saber, com clareza, o que você deseja realmente, e com isso é possível direcionar efetivamente seus esforços.

Dicas para fazer Autoavaliação Profissional:
1.Estou feliz com meu trabalho/profissão? 
2.Quais são os meus pontos fortes e de melhoria (técnicos e comportamentais)? 
3.Sou reconhecido/notado como alguém que traz resultados?
4.Quais são os meus objetivos em termos profissionais e pessoais?
5.O que almejo com meu trabalho (satisfação profissional, financeira, grandes realizações?).
6.O que é preciso fazer na prática para realizar estes objetivos em 2013?

Após fazer esta autoavaliação e obter as respostas, faça uma lista e eleja quais são suas prioridades, e a partir daí, trace um Plano de Ação consistente. Para isso é essencial identificar quais são suas motivações, sejam estas concretas, como: melhores salários, ou emocionais, relacionadas à busca por satisfação, redução de estresse, por exemplo, e buscar eleger metas realistas para não desviar do seu foco. 

15. Prepare sua a confraterniza??o de 2013, sem ?esquentar? a cabe?a! 

Por Patrícia Bispo para o RH.com.br 

Com a proximidade de dezembro, muitas empresas já assinalam que estão trabalhando para que tudo ocorra tranquilamente nas confraternizações de Fim de Ano. Enquanto uns já estão com os preparativos bem adiantados, outros nem sabem por onde começar já que é muito complicado administrar as atividades diárias com a organização de eventos. Abaixo, seguem algumas dicas que podem ajudar àqueles que querem preparar uma celebração especial para os colaboradores, mas ainda estão na "faixa de largada".

 

1 - Nada melhor do que ouvir quem já faz parte da empresa para preparar a confraternização de Final de Ano. Nesse caso, a área de Recursos Humanos pode agendar uma reunião com os líderes para ouvir a opinião dele sobre o que talvez possa ser incluído na festividade.

 

2 - Também é importante lembrar o que não transcorreu tão bem na última festividade promovida pela empresa. Como as lideranças convivem diariamente e estão próximas dos demais talentos, poderão dar valiosas contribuições, inclusive aconselhando o que não deveria fazer parte da programação da confraternização 2013.

 

3 - Evite ao máximo o consumo exagerado de bebidas alcoólicas na confraternização. Para isso, você pode distribuir senhas para os colaboradores consumirem cerca de duas latinhas de cerveja, se for o caso, e dar estimular o consumo de sucos, refrigerantes e água.

 

4 - Nem todas as pessoas consomem todo tipo de alimentação. Muitas abdicam dos sabores da culinária até mesmo por orientação médica. Então, sempre tenha preparada uma mesa de frutas e de refeições leves que possam atender a todos.

 

5 - Utilize os canais formais de comunicação da empresa para dinamizar a confraternização. Abra um espaço para que os colaboradores possam emitir suas opiniões, enviar sugestões. Deixe que a maioria dos funcionários tenha a oportunidade de participar, pois isso reforçará a integração entre departamentos e o espírito de que todos fazem parte do mesmo time.

 

6 - Não importa o cargo que o profissional assuma, todos têm responsabilidades e precisam cumprir suas atividades laborais. Por isso, comunique antecipadamente a realização da confraternização (dia, horário e local), para que todos se programem. Dessa forma, não haverá casos de pessoas com sentimentos de que "esqueceram-se de mim" ou "fui boicotado" para não ir à festa.

 

7 - Verifique se o local de realização do evento tem infraestrutura adequada para atender às necessidades dos colaboradores, pois todos desejam de divertir. Não deixe para ver isso na véspera da confraternização, pois muito provavelmente você não terá tempo hábil para encontrar outro ambiente adequado e tampouco avisar aos funcionários sobre a mudança de endereço da confraternização.

 

8 - Vai contratar um Buffet pela primeira vez? Busque referências junto à sua rede de relacionamentos. Você também pode fazer uma pesquisa pela internet para saber se a empresa que você contratará para fornecer os comes e bebes cumpre com contratos dentro do prazo. Isso evitará surpresas desagradáveis no dia da festa.

 

9 - Pretende realizar sorteios para os convidados? O que acha de fazer uma pesquisa de preços para adquirir o maior número de presentes possível? Nesse período em que o Natal está próximo, há lojas que fazem promoções e podem oferecer descontos se as compras forem realizadas à vista. A área de Recursos Humanos sempre precisa estar ciente dos gastos e do dinheiro que possui para realizar a confraternização. Para isso, utilize a criatividade no momento da decoração. Não deixe de utilizar bexigas, fitas, papéis coloridos. Há quem opte por decorar o ambiente com materiais reciclados e obtém um belo resultado.

 

10 - No dia da confraternização os profissionais de RH devem estar atentos aos pormenores que ocorrem na confraternização. Contudo, também devem se lembrar de que eles também fazem partem do organismo da empresa e a cada "paradinha" para falar com um colaborador, precisam aproveitar o momento para se descontrair e desejar um Feliz Natal e Ano Novo repleto de paz, saúde e realizações, seja no campo profissional quando no pessoal. Afinal, nem sempre a correria do dia a dia nos permite dar aquele abraço nas pessoas que gostamos, inclusive em muitos colegas de trabalho.

16. Pontos Fortes X Pontos Fracos 

Por Waleska Farias para o RH.com.br 

Todas as pessoas, sem exceção, têm pontos fortes e fracos. Os pontos fortes convencionam os recursos - a habilidade de alguém para desempenhar com maestria determinadas atividades. A abordagem dos pontos fortes tornou-se um clichê. Seja em entrevistas de emprego ou em eventos sociais, temos como objetivo tentar ilustrar nossas melhores facetas no intuito de sermos legitimados pelas pessoas ao nosso entorno. Afinal é o que nos torna mais atraentes e interessantes. Nem sempre a pergunta é direta - quais são seus pontos fortes? Mas, de um jeito ou de outro, todos procuram saber o que em nós nos diferencia das demais pessoas. Isso é fato.

Os pontos fracos caracterizam as dificuldades, pois fala da fragilidade que limita o desempenho no "melhor de si". Culturalmente, desde que nascemos, somos levados a esconder nossos pontos fracos para nos tornarmos dignos das melhores avaliações. Tudo aquilo que compromete nossa "boa imagem", acaba virando insumo de recalque. Furtamo-nos de reconhecer nossos pontos fracos e quanto mais investimos energia nesse processo, mais nos tornamos reféns desse padrão vicioso. É importante compreender que nossos pontos fracos, a despeito de não refletirem nossa melhor performance, podem indicar oportunidade de grande aprendizado e crescimento.

É preciso reconhecer que todos nós temos limitações. A perfeição não faz parte da condição humana. Somos por natureza seres imperfeitos em busca da excelência. Muitas vezes, quanto mais tentamos encobrir nossos pontos fracos, mais os tornamos visíveis e algumas pessoas, percebendo esse movimento, utilizam-se desse artifício como poder de manipulação e nos fazem reféns. Reconhecer e aceitar que temos pontos a serem melhorados ajuda a nos posicionar melhor diante das situações.

A ideia é aprender a tirar o máximo de proveito dos pontos fortes e administrar as limitações. Ter a percepção clara dos nossos talentos - aquilo que executamos com maestria e nos distancia de um lugar comum. Nosso diferencial. Como também, saber reconhecer nossos pontos fracos - aquilo que requer de nós maior esforço e dedicação no plano de execução. Usar com maturidade o registro das nossas vivências aliado ao conhecimento de si mesmo e a partir daí construir estrategicamente as diretrizes que nos conduzirão ao pódio da realização pessoal.

Como fazer para potencializar os nossos "pontos fortes"?

Nossos pontos fortes demonstram nossa fortaleza - o fator único pelo qual somos diferenciados. Potencializá-los depende somente da determinação em aprimorá-los através de treino e sofisticação de técnicas relativas à habilidade ou à atividade em questão. Como tudo é diretamente proporcional, quanto maior o esforço, melhor será o resultado. No processo de autodesenvolvimento vale dizer que o investimento maior deve ser feito no sentido de implementar melhorias no que tange aos nossos pontos fortes, uma vez que desenvolver as aptidões para as quais já somos propensos é bem mais fácil e prazeroso. Procure desenvolver hábitos os quais possam mobilizar consistentemente seus talentos.

Como identificar nossos "pontos fracos" uma vez que é tão difícil reconhecer e aceitar nossas próprias limitações?

O processo de identificação requer uma percepção das nossas fragilidades e nos remete diretamente ao conceito do autoconhecimento. Essa é a premissa básica do reconhecimento legítimo de quem somos e de como devemos nos posicionar. A identificação dos pontos fracos não foge à regra. É essencial que cada um assuma a responsabilidade pessoal de fazer uma investigação honesta de si mesmo. Registrar seus melhores recursos, como também suas limitações e resistências. Somente ao nos dedicarmos à descoberta das nossas características é que conseguimos perceber e compreender como somo, de fato. Uma vez identificados os pontos fracos é possível equilibrá-los e tirar proveito dos mesmos, utilizando-os estrategicamente a nosso favor.

Somente o alinhamento das facetas fortes e fracas nos permite construir uma direção.

No processo de adequação dos pontos fortes e fracos é essencial ter consciência de que o modo como julgamos os acontecimentos ao nosso entorno influencia nosso humor e interfere na nossa qualidade de vida. Sem limitar-se à discriminação do que é "bom" ou "ruim" é crucial manter uma postura positiva e enfrentar as situações com leveza. O que às vezes nos parece um grande obstáculo pode, de fato, ser uma excelente oportunidade de aprendizado. Respirar e refletir sem ansiedade permite que o improvável nos brinde com boas soluções.

Se você é muito bom em determinada situação, usufrua dessa condição e procure, também, usar esse recurso em benefício de outras pessoas. Seus valores e qualidades expressam sua missão. Dessa forma, quando seus pontos fracos forem um impeditivo, você certamente poderá contar com apoio das pessoas a quem ajudou. A vida é uma via de mão dupla, seus pontos fortes, quando bem utilizados, valerão de crédito quando seus pontos fracos ameaçarem suas conquistas. O sucesso da sua trajetória profissional é proporcional ao comprometimento das pessoas em fazerem coro aos seus propósitos.

17. Motiva??o: cade voce 

Motivação: cade voce

Não são raros os momentos em que nos deparamos com desânimo, falta de expectativa, aquela sensação de querer sumir do nosso posto de trabalho. Fique alerta: a sua motivação está correndo riscos!

A palavra “motivação” é uma das mais citadas no ambiente corporativo e não é por menos. Cabe a ela uma série de sentimentos e emoções que norteiam nossas atividades e nos coloca no ranking dos melhores ou piores profissionais da empresa.

Devemos estar atentos às informações atuais, aos novos métodos de trabalho da nossa área, mantermos alinhados ao conhecimento, mas principalmente nos mantermos motivados. A motivação é similar ao combustível, ou seja, impossível funcionar a máquina sem ele. Portanto, sua importância é inquestionável, o detalhe, porém, é como mantermos viva, acesa e a todo vapor.

Eis algumas dicas:

Trace seus objetivos, pois trabalhar sem metas às vezes nos parece não chegar a lugar algum. Saiba o que a empresa espera de você e não meça esforços para alcançar os objetivos, pois ao alcançá-los certamente a recompensa chegará.

Não desanime na primeira barreira que encontrar a sua frente: elas são os desafios. Junto a elas, muitas vezes, deparamos com grandes oportunidades e conquistas.

Elimine as queixas para tudo aquilo que lhe parece difícil. Quase sempre temos a tendência em qualificar negativamente aquilo que sequer conhecemos ou experimentamos.

Procure sempre colaborar com as situações e as pessoas que o cercam no ambiente de trabalho. Não é porque o problema não é seu que você não possa ajudar. Lembre-se sempre que o trabalho em equipe é motivador, pois nos permite compartilhar experiências, assimilar conhecimentos e dividir os méritos.

Não se esconda dos problemas, pelo contrário, mantenha-se disposto a participar das soluções. Esconder-se dos problemas pode lhe dar a imagem de um profissional que quase nunca aparece. Seu chefe pode lembrar-se disso.

Busque sempre estar ao lado de pessoas motivadoras, aquelas que transmitem energia, são empolgadas com suas tarefas, demonstram prazer pelo trabalho, elas nos contaminam e nos ajudam.

Por fim, dedique-se a estar sempre motivado, pois se realmente você tiver apreço a sua empregabilidade, você já estará à frente.

  
"Angelina Vinci – Gerente de Seleção"

18. 10 fatores que favorecem a comunica??o interna 

Por Patrícia Bispo para o RH.com.br 
 
Não são poucos os comentários que ouço sobre o quanto é difícil estabelecer uma comunicação organizacional eficiente. Isso ocorre porque inúmeros fatores interferem no processo comunicacional a exemplo das fofocas que se propagam entre as pessoas e da tão conhecida "rádio peão". Contudo, existem fatores que fortalecem a comunicação entre empresa-colaborador e certamente contribuem de forma expressiva para melhoria do clima organizacional. Selecionei alguns desses fatores, para que você possa refletir sobre o assunto e, quem sabe, melhorar a comunicação interna da sua empresa.


1 - Linguagem Objetiva: para que uma comunicação seja eficiente é fundamental que a linguagem utilizada, seja verbal ou corporal, seja objetiva e clara. Nesse sentido, quem transmite a mensagem deve colocar-se no lugar de quem receberá a informação. Suponhamos que um gestor deseja comunicar à sua equipe que ele irá ausentar-se alguns dias realizar uma cirurgia de catarata. Hoje, sabemos que esse procedimento tornou-se simples e que o paciente necessita apenas de repouso e seguir as orientações médicas e logo poderá retornar ao trabalho. Contudo, se o gestor chega até o seu time e informa que precisa realizar um procedimento cirúrgico de urgência ou ficará cego, demonstrando sinais de que está apavorado com a situação, é provável que os subordinados passarão a considerar que o seu líder tem pouquíssimas chances de voltar ao trabalho com os olhos saudáveis.

2 - Alta Direção: antes de tudo, o comprometimento com a comunicação interna deve começar de cima para baixo. É utopia querer o processo torne-se sólido, quando os dirigentes estão alheios ao que ocorre na própria empresa. Uma vez assumido esse compromisso, as demais áreas terão respaldo e motivação para ver na comunicação interna um dos pilares estratégicos da corporação.

3 - Comunicação Face a Face: o que pode ser dito pessoalmente, deve ser feito e não ser postergado para ser transmitido por e-mail ou algum outro canal. Há profissionais que se reúnem para avaliar assuntos pertinentes à empresa, mas vão para esses encontros completamente despreparados. Deixam de levar os pontos relevantes anotados, pois acreditam que a mente humana é infalível. Quando retornam aos seus postos de trabalho, depois da reunião, levam às mãos à cabeça porque deixaram de apresentar um ponto relevante à equipe e que o retorno àquele problema poderia ter sido resolvido facilmente. Agora, precisará passar um e-mail ou, então, esperar para um próximo encontro presencial.

4 - Líderes: já que mencionamos a presença da liderança, devemos sempre reforçar que ela é um representante direto da alta direção e, portanto, deve estar sempre disposta a conversar com os liderados. Para isso, deve lembrar aos membros do time que caso surjam dúvidas sobre determinado assunto, ela estará à disposição para conversar sobre o assunto. O líder deve ser visto pela equipe como a fonte segura para a obtenção de informações complementares.

5 - Feedback: o processo de feedback é fundamental para que a comunicação flua com solidez em uma organização. Através desse, por exemplo, a liderança pode ter uma conversa franca com seu liderado e citar quais são os pontos fortes que ele possui e quais as competências que precisa desenvolver para apresentar uma melhor performance e, consequentemente, atender às expectativas da empresa. Ganha a organização e o talento.

6 - Não aos Rumores: um dos fatores que mais compromete a comunicação interna são os chamados rumores ou, melhor, as fofocas que se propagam nos corredores das empresas. Diante de um fato desses, a melhor alternativa da empresa é solicitar que as lideranças reúnam-se com os times e coloquem em pauta o assunto infundado que passou a ganhar proporções negativas na empresa. Isso fará com que os líderes evitem que os profissionais percam o tempo valioso, preocupando-se com informações infundadas e que muitas vezes chegam a comprometer tanto a integridade da organização quanto da empresa.

7 - Veículos Formais: quando a informação precisa ser dar para um público mais amplo, a área de Recursos Humanos deve recorrer aos canais de comunicação interna da empresa. É relevante lembrar que todos os canais deverão estar uniformes, ou seja, se um mural foi atualizado, todos os demais deverão sê-lo. Isso porque um funcionário pode ler um determinado comunicado em um canal atualizado e mais à frente, ver outra informação que contradiz o que ele leu anteriormente. Isso, certamente, o deixará sem saber em que realmente deve ou não acreditar.

8 - Escute os Colaboradores: a empresa não deve esquecer que a comunicação é um processo bilateral e para tanto, ela precisa abrir espaço para que os colaboradores também manifestem suas opiniões sobre os assuntos relacionados aos processos de gestão e aos demais assuntos relacionados ao ambiente organizacional. Contudo, muitas pessoas podem ter receito de sofrerem retaliações caso discordem de determinadas práticas internas. Algumas organizações criam canais como 0800 que garantem o sigilo do funcionário que toma a iniciativa de se manifestar frente a determinado assunto. Caso sua empresa não possa adotar tal tecnologia, você pode optar por receber informações através de caixas de sugestões. Formulários podem ser disponibilizados com questões de múltiplas escolhas, para que os profissionais apenas assinalem com um "X" ou, então, depositem uma página digitada para que não sejam identificados. Saliento que todas as informações recebidas, sejam essa identificadas ou não por seus autores, devem ser cuidadosamente averiguadas, para que não ocorram injustiças.

9 - Avaliação dos Canais: é salutar que a empresa também tenha conhecimento da percepção dos colaboradores sobre os canais de comunicação que são utilizados internamente. Diante disso, algumas companhias quando avaliam seus processos incluem o item "Comunicação Interna" para se avaliado pelos talentos. Isso é frequentemente feito durante a aplicação de pesquisas de clima organizacional, por exemplo.

10 - Abertura ao Novo: quando um processo de comunicação não mais atender às necessidades da empresa, chegou o momento de fazer adaptações ou mesmo substituí-lo por novos processos. O que não pode ocorrer, é estagnar a comunicação interna, pois essa deve acompanhar o crescimento da organização e as tendências do mercado.

19. 10 maneiras de estabelecer o diálogo com o time 

Muitos líderes têm ótimas competências técnicas, mas nem sempre adquirem o resultado esperado porque sempre criam situações de conflito com os liderados. Isso pode acontecer porque por diversos fatores e um dos mais comuns é a falta de diálogo aberto com o time. Vejamos abaixo, algumas dicas para que essa linha de comunicação entre líder e time tenha cada vez mais êxito e flua com naturalidade.

1 - Estabeleça um cronograma de reuniões periódicas com todos os membros da equipe. Não precisa realizar duas ou três reuniões por semana, a não ser em caso de extrema necessidade. Apenas uma reunião por semana, marcada em dia e horário definidos criará um canal para que todos possam debater e analisar assuntos relevantes para o andamento das atividades.

2 - Durante as reuniões, abra espaço para os considerados mais tímidos. Se você notar que alguém está inquieto para falar, fala aquela tradicional pergunta "Alguém quer acrescentar algo? Esse é um bom momento".

3 - Não trate de assuntos pontuais em conjunto. Ou seja, se você que é líder precisa conversar uma questão específica com um dos seus liderados, chame a pessoa para um bate-papo reservado. Isso deixará seu colaborador bem mais à vontade para falar sobre o assunto.

4 - Uma questão o preocupa e chama a sua atenção? Não deixe para depois o que pode ser resolvido hoje e tampouco acredite que o tempo solucionará tudo sozinho. Como responsável pela condução do time, antes que o problema ganhe proporções maiores e comprometa o clima, faça um levantamento dos fatos que o preocupam, reúna as partes envolvidas e aborde a raiz do problema de forma objetiva, mas sempre mantendo a serenidade e o bom senso.

5 - "Portas Abertas" não é uma expressão para ser usada e "engavetada". Literalmente, mantenha as portas da sua sala abertas para seu time. Se algum dos liderados precisar falar com você, esteja pronto a ouvi-lo. Olhe nos olhos dele, enquanto o escuta.

6 - Sua agenda, como líder, deve ser repleta de atividades. Certo? Se você quer manter as "Portas Abertas", o que acha de escolher dois dias da semana para ouvir seu time? Reserve horários que não sejam tão "apertados" e comunique à equipe: "Pessoal, a partir de hoje, quem quiser falar comigo estou à disposição. Mas tais dias e horários costumam ser mais tranquilos para conversarmos". O que acha da sugestão?

7 - Sua equipe é regada pela diversidade? Parabéns, você tem ótimas chances de obter resultados para ir além das expectativas. Mas, para isso, é preciso entender a linguagem de cada "tribo", de cada geração. Você não pode esperar que um membro da Geração Baby-Boomer fale a mesma linguagem e tenha os mesmos hábitos de alguém da geração Y ou Z. Então, entre em sintonia com cada um deles.

8 - Outro fator que costuma interferir e prejudicar a comunicação entre líder-liderado é a conhecida "rádio peão". Não se torne refém dos boatos que circulam pelos corredores. Se escutar que algo está tomando conta dos "ouvidos" do seu time, tome a iniciativa de abordar o tema na primeira oportunidade.

9 - Utilize os canais de comunicação interna como reforço de comunicação. Podem ser e-mails corporativos, quadro de avisos, pois todo o espaço que você tiver disponível para chegar até o seu time é sempre muito válido e precioso.

10 - Sua empresa realiza pesquisa de clima e conta com avaliação de desempenho. Faça questão de saber como os liderados o percebem como líder e agente comunicador. Isso fará com que você possa trabalhar suas competências e identificar quais são os gaps que interferem para que você estabeleça um canal de proximidade com seu time.

Por Patrícia Bispo para o RH.com.br 

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